Sítio Terra Pura

"Espaço de florescimento do Ser".

Sábado, 14 de SETEMBRO de 2013.
 
Vivência sobre a Ordem do Amor na Familia, processo de reordenamento da força na família a qual pertencemos e de como se organizavam nossos antepassados na vida familiar cotidiana. É, portanto, um resgate da reverência e da honra aos nossos pais e ancestrais como um caminho de alinhamento das dimensões do Ser, sua integração com a Vida a realização da Consciência.
Uma oficina de Constela
ção Familiar visa a compreensão dessa ordem a partir da construção e vivência da sua própria constelação.

 O método da Constelação Familiar foi desenvolvido nos últimos 30 anos pelo alemão Bert Hellinger. Baseia-se no pensamento sistêmico, trazendo uma nova visão, onde o ser humano não é visto como um ser isolado, mas como alguém que tem uma história familiar que atua através dele.
Esse método, aqui em Recife, surgiu há 15 anos e é desenvolvido pelo psicólogo Barthô Nigro nos últimos sábado de cada mês( dependendo da disponibilidade).

Programação:

Sábado, 14 de SETEMBRO de 2013
Local: Rua Enéas de Lucena, 244-Rosarinho (UNIPAZ)
Horário: 8:00 às 13hs 
Investimento: Assitir R$ 40,00 ; Abrir R$ 250,00
Informações e inscrições:(81) 3421-1905 / (81)3077-7445/(81) 8899-6355 / (81)8489-0933/(81)
9708-0620 (A TARDE).
barthonigroconstelacao@gmail.com ou taci_kel3@hotmail.com

Aguardamos à todos, forte abraço!

Aqui, apresento um caminho que me parece como uma síntese da compreensão da Ordem Familiar Ancestral, e como ela afeta nossos destinos, e como através dela, nos mantemos ligados ao Grande Pai e à Grande Mãe universais. Podemos ver que é através da Força Ancestral que conectamos a nós mesmos e a ordem maior, esta Ordem é também um caminho de proteção do sentido da vida, para nossa prosperidade material e espiritual, uma via ímpar para o auto-conhecimento e a realização dos grandes propósitos da vida.

Não somos apenas uma individualidade e também não somos apenas um ego. Nossa ligação com o mundo e com as pessoas, a começar pelo nosso pai, nossa mãe, nossos avós e antepassados são indissolúveis, profundos, vibrantes, vivos. Papai e mamãe, antepassados e todo o passado não morrem: continuam vibrando em nós, provocando emoções, influenciando atitudes, fazendo com que encontremos determinados tipos de pessoas e enfrentemos determinados tipos de situações. Os sistemas que nos envolvem, principalmente o sistema familiar, age em nosso inconsciente e influencia o nosso estado emocional direcionando nosso destino vida a fora.

A busca do entendimento do sofrimento no seio da família e em seus membros tem me incentivado a examinar mais profundamente os padrões inatos que carregamos. Através dessa descoberta da importância da dinâmica ancestral, brotou em minha consciência um universo bem mais amplo, profundamente dinâmico e vivo.

Como terapeuta, precisei reposicionar meu olhar, olhar que se abria para o fenômeno maior, para algo que estava por trás das queixas e das dores mencionadas nos atendimentos, nos vínculos de amigos e familiares. Pude perceber que o indivíduo não pode ser compreendido se não for a partir de uma visão mais ampla, ou seja, holística. Compreendi também que as famílias possuem uma consciência arcaica que pode ser observada através de seus efeitos sobre os membros da família, uma consciência que está a serviço de leis naturais ocultas que modelam e regem o comportamento das relações humanas. Um sistema não perceptível que prevalece sobre as percepções e os sentimentos pessoais. Assim como nas que regem a natureza do SER de cada espécie.


A Ordem Familiar Ancestral, vivência para tocar o amor que existe na alma e que também atua nos nossos destinos mais diversos. Nosso trabalho visa dissolver antigos padrões familiares que de alguma forma impedem o fluxo do amor entre os membros da família.


Barthô Nigro



O Ser está além da vida


(Bert Hellinger)

A idéia central desse encontro é gerar reflexões a respeito do poder decisivo do grupo familiar em nosso destino.

Aqui trato o destino como fruto dos dramas vividos pelos descendentes de nossa família. O script tantas vezes revivido por nossa linhagem familiar, forças ocultas que modelam e determina a vida de pessoas ligadas a esse grupo por vínculos profundos. Inevitavelmente estamos subjugados aos nossos precedentes, de muitas formas fomos gerados por seus destinos e inevitavelmente todos eles estão presente em nós. Assim também junto com todos nossos precedentes, estaremos presentes nas gerações seguintes unidos por essa natureza.
Quando compartilho dessa visão com amigos, percebo que esse assunto causa arrepios e quase sempre uma espécie de confusão. “Karma!” “DNA!” “Maldição!!!” E quase sempre respondo: “é e não é”.


  A certeza da força geracional da família emerge de um lugar em mim onde mora o silêncio. Lugar que está além da minha dúvida, são vozes que foram silenciadas pelo tempo ordinário onde as coisas nascem, vive e morrem.


Na verdade, o que sinto é muito profundo, vai além da minha percepção egóica, porém, algo que de alguma forma estava contido nos subterrâneos do grupo que pertenço e que agora emerge numa delicadeza maior.


  Ouso definir esse meu sentimento de delicadeza maior como o surgimento da consciência ancestral, uma consciência desvelada em minha consciência que oferece inspiração e conexão como algo que está para além do tempo geracional da família.


  Na antiguidade a ancestralidade era utilizada com o propósito de ré conexão com os Deuses. Seres míticos que estavam para além do mundo mortal e que detinham do conhecimento do destino.


  A consciência ancestral é um sistema que foi ativado,é um local sagrado que o conhecimento maior se torna acessível.


  A diversidade da nossa árvore familiar está presente em cada membro desta. O uni-verso é re encenado na transmissão desse grupo ao longo do tempo/espaço. Cada indivíduo se constitui num mosaico multidimensional uma verdadeira constelação familiar.


Eu acolho esse mistério que sou. Eu acolho as partes sombrias, seus silêncios e seus sons.




Barthô Nigro

Silêncio não significa simplesmente ficar quieto, parado ou inerte, mas aprender a interagir com as forças que transcendem nossa lógica ou concepção de Ser.


Silêncio significa ir a um lugar dentro de nós onde a identidade, as representações, formas, cores, sons e nomes tomam um sentido diferente daquele que concebe como tal.



Silêncio significa aprender a comungar e consagrar a paz definitivamente ou inevitavelmente como algo que mais cedo ou mais tarde, descobriremos, pois é algo inerente a natureza divina que habita dentro de cada indivíduo.



O Silêncio nos ajuda a perceber nossa respiração, o calor de nossos músculos, o consumo do oxigênio, a natureza de nossos pensamentos e suas conseqüências, o surgimento de uma emoção e suas alterações provocadas, nossas tendências, nossos medos, vícios, carências, hábitos, atitudes e prazeres.



O Silêncio não deixa de ser apenas um outra forma de som, mas seu ritmo provoca em nós certezas e seguranças capaz de promover a paz duradoura.

O PRIMEIRO TOQUE NA TERRA




Com gratidão, faço uma reverência a todas as gerações de ancestrais da minha família de sangue. Vejo minha mãe e meu pai, cujo sangue, carne e vitalidade estão circulando nas minhas próprias veias e nutrindo cada uma das minhas células. Por meio deles vejo meus quatros avós. Suas expectativas, experiências e sabedoria foram transmitidas por muitas gerações de ancestrais. Levo comigo a vida, o sangue, a experiência, a sabedoria, a felicidade e a tristeza de todas as gerações. Estou praticando para transformar o sofrimento e todos os elementos que precisam ser modificados. Abro meu coração, minha carne e meus ossos para receber a energia do insight, do amor e da experiência que me foi transmitida por todos os meus antepassados. Vejo minhas raízes no meu pai, na minha mãe, nos meus avós e em todos os meus ancestrais. Percebo que sou apenas a continuação dessa linhagem preciosa. Por favor, apóiem-me, protejam-me e transmitam-me suas energias. Sei que, onde quer que seus filhos e netos estejam, os antepassados também estarão. Reconheço que os pais sempre amam e apóiam seus filhos e netos, embora muitas vezes não tenham a capacidade de expressar esse sentimento da melhor maneira em razão das dificuldades que eles próprios enfrentaram. Sinto que meus ancestrais procuraram criar um modo de viver fundamentado na gratidão, na alegria, na confiança, no respeito e na bondade amorosa. Já que somos uma continuação deles, curvo-me em profunda reverência e deixo sua energia fluir por meu intermédio. Peço-lhes que me concedam apoio, proteção e força.









Thich Nhat Hanh



Adaptado por Barthô Nigro



Entrevista concedida à TV Paraíba no dia 13/03/2010, para falar sobre a Terapia de Resgate da Familia conhecida como Constelação Familiar.


“Algumas pessoas podem ter um pai presente, com uma figura marcante, e não se identificar com esta tendência. Existem pessoas que são criadas pelo mesmo casal e constroem identidades diferentes. Cada um constitui de uma forma a sua identidade e ela vai sendo formada até o fim da nossa vida”


Ancestralidade

Sobre mim

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Barthô Nigro
É psicólogo e publicou trabalho junto a UFRPE sobre a influência da relação mãe/filho nas atitudes do indivíduo diante da natureza (1990). Estudou psicanálise dirigindo seu interesse para a psicologia junguiana (1994) onde buscou pesquisar a influência dos mitos pessoais na estrutura da nossa consciência e como esses mitos traçam o destino dos indivíduos e das sociedades. Junto a UFPE, buscou aprofundar a questão da transmissão da vida psíquica entre as gerações e qual sua função dentro da família. Através de sua prática, deu continuidade à sua pesquisa tendo como questão central à análise dos efeitos dos segredos e dos mitos na dinâmica familiar. Porém foi na convivência com o trabalho da “Constelação Familiar” que sua pesquisa e sua prática clínica convergiu para uma intervenção integral.
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